13/08/2009 - Folha Dirigida
Os desafios da EAD
Por Paulo Chico
Os números preliminares do AbraEAD 2008 (Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância) revelam que, em apenas dois anos, praticamente dobrou o número de alunos de graduação na EAD. Dos 397 mil matriculados em 2007, o Brasil saltou para 761 mil estudantes em cursos na modalidade no ano passado. Tal dado revela que, mais que simples moda, a tendência de crescimento veio para ficar. Por isso, também aumentam as preocupações com os rumos dessa evolução. Estará a quantidade devidamente acompanhada da qualidade? A avaliação do conhecimento adquirido pelos alunos ainda alimenta boa parte da dose de preconceito e desconfiança que pesa sobre a EAD. Um dos fundadores do Cederj, consórcio que reúne as universidades públicas do Rio na oferta de cursos semi-presenciais, o professor Zacarias Gama tem seu foco de ação voltado justamente para o processo de aferir o aprendizado. Na verdade, é avaliador de educação a distância do Ministério da Educação, missão que o leva a visitar instituições espalhadas por todo o país.
Nessas viagens, se depara com muitas experiências interessantes no campo da EAD. E, é evidente, algumas outras más, que tanto colocam em xeque a seriedade da modalidade de ensino. Mesmo dentro de seu local de trabalho, a Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), nem todos apostam na eficiência dessa prática de ensino. "Aqui na universidade temos professores doutores extremamente resistentes à educação a distância. Eles têm lá as suas razões, mas também têm um grande desconhecimento de como a coisa se dá na prática. Executada de forma responsável e planejada, a EAD se revela uma modalidade não apenas viável, mas de bastante credibilidade", conclui ele, que é formado em História, além de mestre e doutor em Educação.
Folha Dirigida - O ponto mais nebuloso da educação a distância é mesmo a avaliação. Há o que temer quanto a eficácia e seriedade deste processo? No que se difere, ou deveria se diferenciar, a avaliação de um estudante matriculado em curso presencial de outro que estuda na modalidade EAD?
Zacarias Gama - Inicialmente não tem muita diferença, não. Pelo contrário, está havendo uma defasagem grande entre a avaliação a distância e a avaliação presencial. Eu diria que, na avaliação presencial, há um determinado avanço. No modelo a distância ela sofre algumas limitações do próprio computador. As pessoas às vezes não sabem usar todos os recursos, todas as ferramentas. Há uma tendência grande de se reproduzir algumas avaliações quantitativas, típicas de salas de aula, via EAD. Há muita coisa boa dos referenciais positivistas, tecnicistas. O subjetivismo também tem seu valor, as provas abertas, redações, dissertações são ótimas. Mas é preciso verificar qual concepção de mundo está sendo trabalhada. A questão não está no instrumental, e sim na teoria. A escola, sobretudo voltada para as classes populares, precisa trazer critérios que permitam a sua leitura particular de mundo. Se ela for burguesa, pode usar qualquer instrumento, para manter o sistema. Gostaria que as avaliações sempre permitissem a objetividade da classe popular. Tenho essa utopia.
Então, é preciso, antes do modelo em si, repensar o papel da avaliação?
Precisamos discutir a avaliação da perspectiva da classe dominada. Ainda temos um modelo que é referendar certos valores e conhecimentos da classe dominante. Avaliar é qualificar os conhecimentos aprendidos pelo aluno, mas é sempre no sentido da reprodução de quadros já existentes. Seria interessante se as escolas estivessem mais preocupadas com um entendimento melhor da avaliação. Isso vai depender da opção que o professor faça.
Quais cuidados o professor deve ter neste processo?
Essa avaliação na EAD deve ser mais próxima, muito processual, feita à miúde. No presencial, tendo conhecimento físico do meu aluno, eu disponho de mais critérios que me levem a ter mais ou menos credibilidade em relação a ele. Se ele está atento ou disperso, sua expressão facial, seu comportamento... Tudo isso me dá informações, pistas, sobre quem ele é. No modelo a distância, o professor deve tomar alguns cuidados, como estar mais ligado na construção do instrumento de avaliação. Colocar em xeque não só os saberes que considera necessários, mas a articulação de idéias e a consistência teórica do aluno, investigar sempre o seu referencial teórico. Saber se, de fato, ele está construindo um pensamento e uma escrita em nível acadêmico. É preciso desenvolver o seu potencial.
Há outros modelos possíveis de avaliação?
No Brasil, é muito forte a tendência das teorias de avaliação relacionadas com competência e habilidade, consideradas hoje indispensáveis para a maior realização do capital. Mas isso é um reducionismo. A escola deixa de se preocupar com a auto-formação do aluno, para diversos projetos, permitindo que ele faça escolhas próprias, para impor um único destino em nome do capital. A EAD, na verdade, dá grande liberdade, autonomia e estimula uma postura pró-ativa do aluno, a ponto de já aceitar ações de auto-avaliação dos estudantes.
A questão do copiar e colar da internet, quando da elaboração dos trabalhos. Como combater essa prática?
É óbvio que existe cópia de trabalhos. Há muito tempo, mas não foi a EAD quem inventou isso. Além do que, há uma proliferação de profissionais e de escritórios que ajudam o aluno a tapear os professores. Fazem a monografia, a dissertação, a tese inteira. Há como controlar isso, sim. Começa pelo cuidado na construção do instrumental, exigindo uma certa circunscrição do pensamento e da reflexão ao que está sendo trabalhado naquele módulo, naquele momento. Se o aluno está fazendo uso da bibliografia e o modo como ele utiliza esse material. Na EAD, todas as atividades e ações ficam registradas. Basta acompanhar o processo como um todo, e não apenas avaliar o produto final.
Ainda há alunos que se inscrevem em cursos a distância atraídos pela falsa tese de que ali tudo será mais fácil, menos rigoroso?
É claro que existe reprovação na educação a distância. Aliás, há muita evasão e reprovação. Quando se trata de uma experiência séria, a EAD reproduz regulamentos e critérios da universidade. Ou seja, o aluno tem que compor uma pontuação, cumprir os módulos... Por trás da maioria das reprovações está o equívoco do estudante de que a EAD é um modelo que vai facilitar a vida dele, garantir a sua aprovação de qualquer forma. Ele não tem noção das demandas que a EAD vai gerar.
Os altos índices de evasão ainda pesam contra a modalidade. O que está por trás disso?
Outro problema muito comum, enfrentado por boa parte dos alunos que se inscrevem em cursos de EAD, é ter que superar deficiências técnicas. As pessoas partem da suposição equivocada de que o Brasil já está coberto por uma boa rede de energia elétrica, uma rede eficiente de telefonia... O que não é verdade. É complicado, por exemplo, pensar em EAD sem uma boa conexão de banda larga, por exemplo. Às vezes, o pólo emissor do conhecimento tem o domínio, mas o pólo receptor, não. Sofre com insuficiências técnicas, assim como o aluno em sua casa. Diante dessas dificuldades práticas, alguns desistem... Por isso mesmo, há cursos que têm um semestre de Informática, não só para os alunos saberem navegar na plataforma, mas também para capacitar os tutores...
Sobretudo durante os oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso, o Brasil foi palco da expansão desenfreada de instituições privadas com ofertas de cursos superiores, muitas vezes sem maior compromisso com a qualidade. O país corre o risco de experimentar algo semelhante no campo da EAD?
É preciso ter cuidado com essa mercantilização da EAD, com o risco de uma expansão sem qualidade. Essa modalidade, diferentemente do imaginário popular, supõe um alto nível de investimento, com instalações adequadas e corpo bem treinado. Na verdade, ela compreende a reprodução dispersa de um ambiente universitário.
E isso tem sido respeitado?
Tenho visto muitos pólos sem sala de estudo, sem bibliotecas, sem uma ambiência universitária, laboratórios ou tutores especializados. Eles costumam ser muito generalistas. Visitei em Roraima uma instituição onde três ou quatro tutores atendiam a todas as disciplinas dos vários cursos oferecidos. Ora, eles são incapazes de tirar uma dúvida específica de um estudante. Se o aluno não consegue, via e-mail ou telefone, contactar o conteudista na matriz, vai ficar com aquela dúvida em aberto. Não vai conseguir absolutamente sair daquilo. Há, por parte de algumas instituições, uma falsificação da aprovação.
Como isso ocorre?
Muita gente está aligeirando a avaliação dos alunos. Presenciei, recentemente, uma universidade de grande porte oferecendo cursos em que avaliava os conhecimentos em cinco disciplinas diferentes, dadas num semestre, com uma única prova presencial de dez questões de múltipla escolha. Isto é, duas questões para cada disciplina. E vi esse tipo de prova medíocre em cursos nas áreas do Direito, Engenharia, Pedagogia, e até em Saúde. Não é por acaso que o MEC vem fechando diversos cursos.
Em suas viagens pelo país, na função de avaliador, o que viu de melhor e de pior nas experiências de EAD?
O que há de mais genial é quando o oferecedor do curso EAD faz convênios com faculdades ou universidades bem instaladas. O aluno tem a especifidade da sua modalidade de ensino, mas vivendo num ambiente universitário, numa profusão de conhecimento, que sempre enriquece o chamado currículo oculto. No Cederj, por exemplo, o pólo é visto como embrião de um centro universitário no município onde ele se instala. As piores experiências são aquelas nas quais o indivíduo que comprou o franchising não tem cuidados, sequer sabe o que é uma universidade. Tudo acontece em instalações precárias até mesmo para uma escola do ensino básico.
Do ponto de vista social, qual é o grande trunfo da EAD?
Falando do Cederj, que funciona com oito pólos espalhados pelo estado: ele é importante do ponto de vista estratégico, pois permite a formação dos jovens sem retirá-los de suas cidades de origem. Isto é, promove a formação de inteligências e o desenvolvimento local, no interior. Determinadas cidades de Minas Gerais, por exemplo, acabam esvaziadas pela convergência dos estudantes universitários para centros de formação tradicionais, como Juiz de Fora e Ouro Preto, num processo que buscamos reverter no Rio.
Os desafios da EAD
Por Paulo Chico
Os números preliminares do AbraEAD 2008 (Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância) revelam que, em apenas dois anos, praticamente dobrou o número de alunos de graduação na EAD. Dos 397 mil matriculados em 2007, o Brasil saltou para 761 mil estudantes em cursos na modalidade no ano passado. Tal dado revela que, mais que simples moda, a tendência de crescimento veio para ficar. Por isso, também aumentam as preocupações com os rumos dessa evolução. Estará a quantidade devidamente acompanhada da qualidade? A avaliação do conhecimento adquirido pelos alunos ainda alimenta boa parte da dose de preconceito e desconfiança que pesa sobre a EAD. Um dos fundadores do Cederj, consórcio que reúne as universidades públicas do Rio na oferta de cursos semi-presenciais, o professor Zacarias Gama tem seu foco de ação voltado justamente para o processo de aferir o aprendizado. Na verdade, é avaliador de educação a distância do Ministério da Educação, missão que o leva a visitar instituições espalhadas por todo o país.
Nessas viagens, se depara com muitas experiências interessantes no campo da EAD. E, é evidente, algumas outras más, que tanto colocam em xeque a seriedade da modalidade de ensino. Mesmo dentro de seu local de trabalho, a Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), nem todos apostam na eficiência dessa prática de ensino. "Aqui na universidade temos professores doutores extremamente resistentes à educação a distância. Eles têm lá as suas razões, mas também têm um grande desconhecimento de como a coisa se dá na prática. Executada de forma responsável e planejada, a EAD se revela uma modalidade não apenas viável, mas de bastante credibilidade", conclui ele, que é formado em História, além de mestre e doutor em Educação.
Folha Dirigida - O ponto mais nebuloso da educação a distância é mesmo a avaliação. Há o que temer quanto a eficácia e seriedade deste processo? No que se difere, ou deveria se diferenciar, a avaliação de um estudante matriculado em curso presencial de outro que estuda na modalidade EAD?
Zacarias Gama - Inicialmente não tem muita diferença, não. Pelo contrário, está havendo uma defasagem grande entre a avaliação a distância e a avaliação presencial. Eu diria que, na avaliação presencial, há um determinado avanço. No modelo a distância ela sofre algumas limitações do próprio computador. As pessoas às vezes não sabem usar todos os recursos, todas as ferramentas. Há uma tendência grande de se reproduzir algumas avaliações quantitativas, típicas de salas de aula, via EAD. Há muita coisa boa dos referenciais positivistas, tecnicistas. O subjetivismo também tem seu valor, as provas abertas, redações, dissertações são ótimas. Mas é preciso verificar qual concepção de mundo está sendo trabalhada. A questão não está no instrumental, e sim na teoria. A escola, sobretudo voltada para as classes populares, precisa trazer critérios que permitam a sua leitura particular de mundo. Se ela for burguesa, pode usar qualquer instrumento, para manter o sistema. Gostaria que as avaliações sempre permitissem a objetividade da classe popular. Tenho essa utopia.
Então, é preciso, antes do modelo em si, repensar o papel da avaliação?
Precisamos discutir a avaliação da perspectiva da classe dominada. Ainda temos um modelo que é referendar certos valores e conhecimentos da classe dominante. Avaliar é qualificar os conhecimentos aprendidos pelo aluno, mas é sempre no sentido da reprodução de quadros já existentes. Seria interessante se as escolas estivessem mais preocupadas com um entendimento melhor da avaliação. Isso vai depender da opção que o professor faça.
Quais cuidados o professor deve ter neste processo?
Essa avaliação na EAD deve ser mais próxima, muito processual, feita à miúde. No presencial, tendo conhecimento físico do meu aluno, eu disponho de mais critérios que me levem a ter mais ou menos credibilidade em relação a ele. Se ele está atento ou disperso, sua expressão facial, seu comportamento... Tudo isso me dá informações, pistas, sobre quem ele é. No modelo a distância, o professor deve tomar alguns cuidados, como estar mais ligado na construção do instrumento de avaliação. Colocar em xeque não só os saberes que considera necessários, mas a articulação de idéias e a consistência teórica do aluno, investigar sempre o seu referencial teórico. Saber se, de fato, ele está construindo um pensamento e uma escrita em nível acadêmico. É preciso desenvolver o seu potencial.
Há outros modelos possíveis de avaliação?
No Brasil, é muito forte a tendência das teorias de avaliação relacionadas com competência e habilidade, consideradas hoje indispensáveis para a maior realização do capital. Mas isso é um reducionismo. A escola deixa de se preocupar com a auto-formação do aluno, para diversos projetos, permitindo que ele faça escolhas próprias, para impor um único destino em nome do capital. A EAD, na verdade, dá grande liberdade, autonomia e estimula uma postura pró-ativa do aluno, a ponto de já aceitar ações de auto-avaliação dos estudantes.
A questão do copiar e colar da internet, quando da elaboração dos trabalhos. Como combater essa prática?
É óbvio que existe cópia de trabalhos. Há muito tempo, mas não foi a EAD quem inventou isso. Além do que, há uma proliferação de profissionais e de escritórios que ajudam o aluno a tapear os professores. Fazem a monografia, a dissertação, a tese inteira. Há como controlar isso, sim. Começa pelo cuidado na construção do instrumental, exigindo uma certa circunscrição do pensamento e da reflexão ao que está sendo trabalhado naquele módulo, naquele momento. Se o aluno está fazendo uso da bibliografia e o modo como ele utiliza esse material. Na EAD, todas as atividades e ações ficam registradas. Basta acompanhar o processo como um todo, e não apenas avaliar o produto final.
Ainda há alunos que se inscrevem em cursos a distância atraídos pela falsa tese de que ali tudo será mais fácil, menos rigoroso?
É claro que existe reprovação na educação a distância. Aliás, há muita evasão e reprovação. Quando se trata de uma experiência séria, a EAD reproduz regulamentos e critérios da universidade. Ou seja, o aluno tem que compor uma pontuação, cumprir os módulos... Por trás da maioria das reprovações está o equívoco do estudante de que a EAD é um modelo que vai facilitar a vida dele, garantir a sua aprovação de qualquer forma. Ele não tem noção das demandas que a EAD vai gerar.
Os altos índices de evasão ainda pesam contra a modalidade. O que está por trás disso?
Outro problema muito comum, enfrentado por boa parte dos alunos que se inscrevem em cursos de EAD, é ter que superar deficiências técnicas. As pessoas partem da suposição equivocada de que o Brasil já está coberto por uma boa rede de energia elétrica, uma rede eficiente de telefonia... O que não é verdade. É complicado, por exemplo, pensar em EAD sem uma boa conexão de banda larga, por exemplo. Às vezes, o pólo emissor do conhecimento tem o domínio, mas o pólo receptor, não. Sofre com insuficiências técnicas, assim como o aluno em sua casa. Diante dessas dificuldades práticas, alguns desistem... Por isso mesmo, há cursos que têm um semestre de Informática, não só para os alunos saberem navegar na plataforma, mas também para capacitar os tutores...
Sobretudo durante os oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso, o Brasil foi palco da expansão desenfreada de instituições privadas com ofertas de cursos superiores, muitas vezes sem maior compromisso com a qualidade. O país corre o risco de experimentar algo semelhante no campo da EAD?
É preciso ter cuidado com essa mercantilização da EAD, com o risco de uma expansão sem qualidade. Essa modalidade, diferentemente do imaginário popular, supõe um alto nível de investimento, com instalações adequadas e corpo bem treinado. Na verdade, ela compreende a reprodução dispersa de um ambiente universitário.
E isso tem sido respeitado?
Tenho visto muitos pólos sem sala de estudo, sem bibliotecas, sem uma ambiência universitária, laboratórios ou tutores especializados. Eles costumam ser muito generalistas. Visitei em Roraima uma instituição onde três ou quatro tutores atendiam a todas as disciplinas dos vários cursos oferecidos. Ora, eles são incapazes de tirar uma dúvida específica de um estudante. Se o aluno não consegue, via e-mail ou telefone, contactar o conteudista na matriz, vai ficar com aquela dúvida em aberto. Não vai conseguir absolutamente sair daquilo. Há, por parte de algumas instituições, uma falsificação da aprovação.
Como isso ocorre?
Muita gente está aligeirando a avaliação dos alunos. Presenciei, recentemente, uma universidade de grande porte oferecendo cursos em que avaliava os conhecimentos em cinco disciplinas diferentes, dadas num semestre, com uma única prova presencial de dez questões de múltipla escolha. Isto é, duas questões para cada disciplina. E vi esse tipo de prova medíocre em cursos nas áreas do Direito, Engenharia, Pedagogia, e até em Saúde. Não é por acaso que o MEC vem fechando diversos cursos.
Em suas viagens pelo país, na função de avaliador, o que viu de melhor e de pior nas experiências de EAD?
O que há de mais genial é quando o oferecedor do curso EAD faz convênios com faculdades ou universidades bem instaladas. O aluno tem a especifidade da sua modalidade de ensino, mas vivendo num ambiente universitário, numa profusão de conhecimento, que sempre enriquece o chamado currículo oculto. No Cederj, por exemplo, o pólo é visto como embrião de um centro universitário no município onde ele se instala. As piores experiências são aquelas nas quais o indivíduo que comprou o franchising não tem cuidados, sequer sabe o que é uma universidade. Tudo acontece em instalações precárias até mesmo para uma escola do ensino básico.
Do ponto de vista social, qual é o grande trunfo da EAD?
Falando do Cederj, que funciona com oito pólos espalhados pelo estado: ele é importante do ponto de vista estratégico, pois permite a formação dos jovens sem retirá-los de suas cidades de origem. Isto é, promove a formação de inteligências e o desenvolvimento local, no interior. Determinadas cidades de Minas Gerais, por exemplo, acabam esvaziadas pela convergência dos estudantes universitários para centros de formação tradicionais, como Juiz de Fora e Ouro Preto, num processo que buscamos reverter no Rio.
Comentários
antes de se matricular em um curso ead, o cidadao tem que ter em mente qual a credibilidade da instituição.
perla alves bento de oliveira costa - polo nova friburgo - cederj
2008.220.8163
Hoje vejo como aluno do CEDERJ, que na área de EAD ainda há ajustes por se fazer, mas vejo que seriam ajustes mais técnicos que propriamente pedagógicos e vejo também que o grande empecilho desta modalidade é a questão que o acesso a banda larga residencial que ainda é cara para a maioria dos alunos. Pois se o acesso a Banda larga fosse democratizado e tivesse preço acessível para a maioria da população a EAD seria sem dúvida nenhuma a mola propulsora de uma revolução na educação. Podendo, não somente o ensino superior, mas todos os níveis de educação atingir a todos os rincões do país, democratizando realmente o acesso ao saber. Quanto à qualidade, podemos dizer que em todas as modalidades de ensino existem cursos bons e cursos ruins.
A EAD é um fenômeno mundial, fruto dos nossos tempos, onde as exigências tecnológicas cada vez nos pressionam mais, é nesta armadilha que a EAD não deve cair e não entrar no jogo do educar somente para o trabalho, e sim se preocupar em dar uma educação de base humanista e multicultural.
Rubens Pinto Júnior
Polo -Angra dos Reis.
Fazer parte de uma instituição competente e de qualidade como o cederj e poder estar cursando uma faculdade sem sair da minha cidade é um privilégio único na minha vida. Recomendo àqueles com interesse de obter uma graduação que o tentem pelo cederj, que apesar de não ser uma instituição perfeita, procura melhorar a partir do que avaliam e ouvem dos alunos. Porém, se o quiserem fazer por acharem fácil por ser à distância, desistam, é necessário muita dedicação e determinação para passar pelos critérios de avaliação e alcançar com louvor todos os objetivos.
Da minha parte, sigo tentando.
Andréa da Silva Maia- 20082208329-
Lic. Pedagogia- Paracambi.
A Educação à Distância democratiza o acesso à educação, atendendo a alunos dispersos geograficamente e residentes em locais onde não haja instituições convencionais de ensino. Permite ainda que o aluno seja realmente ativo, responsável pela sua aprendizagem e, principalmente, aprenda a aprender.
A avaliação no EAD tem pontos muito fortes baseados na autonomia, autodidaxia, pesquisa e autoria, competências importantes na formação de um indivíduo crítico e consciente. Porém, como o contato pessoal com os alunos é muito menor ou nulo no EAD, é muito difícil, por exemplo, o professor identificar individualmente os seus alunos ou observar essas mudanças comportamentais, critérios importantes para uma avaliação qualitativa.
Acredito que a avaliação em EAD é limitada atualmente conforme o paradigma educacional adotado. Se o objetivo for preparar mão de obra qualificada para o mercado ou aperfeiçoar profissionais já formados, o atual modelo de avaliação é apropriado para verificar esses objetivos. Mas, se o objetivo é a formação de pessoas críticas e conscientes, o modelo atual é limitado, pois fica reduzido a dados quantitativos e a função formativa da avaliação não é empregada. Além disso, é muito difícil, do ponto de vista psicológico, que algum tipo de tecnologia consiga substituir o contato humano no processo educacional entendido como processo de formação da personalidade.
As lições de auto disciplina, auto gestão do tempo, organização, planejamento, trabalho em grupo, respeito as diferenças, saber ouvir(ler), aguçar a percepção são alguns dos bônus que você recebe.
O ler e o interpretar as mensagens, de todos que participam do curso, é outro exercício impagável, você precisa ler as entrelinhas, refletir, e na contrapartida ter o cuidado no escrever, para conseguir passar tudo o que você deseja, saber se fazer entender.
Tudo vai depender do propósito de cada um, e-ducando, e-ducadores, e-cursos, e-instituições.A seriedade destes atores, nos levará a um mundo mais justo, que só o conhecimento é capaz de nos proporcionar.Derrubar fronteiras para o conhecimento é uma proposta singular em ead.
Aluna: Cássia Vaz
Pólo:Nova Iguaçu
Matrícula:20082208249
Fui para a escola apenas até o 5°. ano do Ensino Fundamental, a partir dai, até o final do Ensino Médio, estudei sozinha. Fiz supletivo.
Alguns anos depois, fiz faculdade presencial, Letras (UFRJ). Cinco anos de estudo das 07:00 ás 17:00. Foi um desgaste enorme, um verdadeiro massacre. Hoje, morando no interior do Rio de Janeiro, faço Licenciatura em Pedagogia (UERJ/CEDERJ).
Um curso que não deixa em nada a desejar ao de Letras da UFRJ em qualidade e seriedade, por isso, acredito que jamais farei um curso, qualquer que seja, presencial, se puder fazê-lo a distância.
Além disso, no CEDERJ, tem-se um tipo ideal de avaliação, onde as avaliações a distância servem como instrumento para a preparação das avalições presenciais, fazendo com que, dificilmente, o aluno possa burlar todo o esquema avaliativo.
Um dos pontos essenciais nesse processo de ensino é o da avaliação, visto que como o ensino não é presencial, tem prevalecido o modelo objetivista. Como o próprio professor explica, ambos os modelos tem suas vantagens, sendo assim, é importante que sejam utilizados na medida certa para que as avaliações se mostrem o mais justas possível, de modo que os estudantes possam realmente expor seus conhecimentos, etc.
Camila Mello
Polo Cederj - Angra dos Reis / RJ
No meu caso, sou aluno do CEDERJ, e para mim a educação tem sido ótima, de qualidade, o material didático é exelente. Em minha opinião acho a EAD muito mais exigente do que a educação presencial, pois o aluno precisa ser disciplinado, para estar atualizado nas lições para a realização das avaliações. Fora o fato que, na educação presencial o aluno acaba criando uma intimidade com o professor, por vê-lo todas as semanas e o mesmo acaba, muitas vezes, facilitando a avaliação do aluno. O mesmo não acontece na EAD pois o contato com o tutor é o extremamente o necessário.
ROBERTO CARLOS RODOLFO
A educação a distancia realmente é um desafio, pois a realidade brasileira é bem diferente de outros países, sendo ainda pequeno o contingente populacional que utiliza novas tecnologias. Eu , como aluna do Cederj, encontrei várias dificuldades nesta modalidade de ensino mas, tratei logo em adaptar-me aos novos tempos, porque provavelmente quem não se adaptar ficará de fora deste novo ambiente para o trabalho e aprendizagem do futuro.
A disciplina Métodos e Técnicas de Avaliação estão ampliando o meu entendimento sobre avaliação e esta entrevista clareou mais ainda minhas idéias. Precisamos utilizar a avaliação para melhorar o processo ensino-aprendizagem e a construção de aprendizagens.
Creio que a educação a distancia é uma importante ferramenta para elevar o nível educacional da população brasileira, mas há que existir interesse público para tanto.
Mª Elisabeth Souza Soares
Pólo: Resende
mARTA SANTOS DE LIMA
POLO NOVA IGUAÇU
MATRICULA 20091208157
DISCIPLINA: AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Sou aluna de pedagogia da CEDERJ no pólo de Angra dos Reis, a EAD para mim foi a melhor oportunidade que tive para retornar meus estudos e poder concluir o ensino superior, acho que a modalidade não tem nada de facilitadora, acho que requer até mais disciplina em relação aos estudos do que a modalidade presencial, pelo fato do aluno ter que realmente se esforçar estudando sozinho. Concordo com o fato de que realmente não usamos todas as ferramentas que a EAD possui e também há o problema da internet não ter a qualidade em velocidade que a EAD exige.
Andreia mat:20081208645
Meu nome é Kelly, sou Aluna de licenciatura Pedagogia do CEDERJ - Pólo Petrópolis.
As TIC's, são mais do que simples tecnologias, elas estão se tornando meios de comunicaçã, de interação, de política do espaço e da organização social. Desse modo, pode-se afirmar que as TIC's estão cada vez mais presentes na vida das pessoas e são utilizadas nas mais diferentes situações cotidianas. Assim podemos dizer que por meio das TIC's a Educação a Distância vem se solidificando e facilitando o acesso ao estudo, tornando-se, assim, um instrumento de apoio à democratização da educação. Porém, como consequência das desigualdades sociais, existentes, não são todas as pessoas que têm o acesso a essas tecnologias,principalmente a internet.
Embora a tecnologia seja uma parte importante da EaD, qualquer programa de sucesso deve focalizar mais as necessidades educacionais dos alunos que a própria tecnologia.
Optei pelo curso a distância porque tenho mais flexibilidade e autonomia para administrar meus estudos já que trabalho o dia todo como Educadora Social.
Abraços Fraternos
Kelly Uéllenka
Não deu para postar o restante do comentário...
Dando continuidade quanto à avaliação nas EaD penso que a metodologia exige um maior grau de disciplina, comprometimento, amadurecimento e independência. O aluno estuda porque quer e tem consciência de suas necessidades. Por não expor o contato pessoal, a competitividade e a concorrência direta de comunicação e expressão não ocorrem com a mesma intensidade de uma avaliação presencial.
Isso pode ser positivo, se considerarmos que as diferenças são respeitadas e novas oportunidades proporcionadas e ampliar as chances de aprendizagem do aluno, tornando as avaliações mais dinâmicas e interativas com o uso das TIC's e a aprendizagem fica auto-dirigida tornando-se um mecanismo de extrema valia, pois surge como alternativa para os limites do ensino tradicional, capaz de suprir as necessidades de difusão da educação.
O aprendizado acontece no momento que o educando aprende a lidar com uma nova rotina de estudos. A começar pela autonomia, responsabilidade, criatividade e organização.Nesse sentido, a educação passa a ser socializada de acordo com a necessidade peculiar dos educandos.
antes de se matricular em um curso ead, o cidadao tem que ter em mente qual a credibilidade da instituição.
perla alves bento de oliveira costa - polo nova friburgo - cederj
2008.220.8163
Sou aluna do polo Maracanã e sei q sou avaliada a todo momento.
Neila Raíla
Matrícula:20081208649
Os cursos semipresenciais do CEDERJ são de alto nível se comparados com certas entidades de presença obrigatória que estão mais preocupadas em obter capital.
As avaliações realmente são uma preocupação cabível neste âmbito devido à distância que muitas vezes não deixa transparecer o interesse de certos alunos ao saberem o grau de seriedade e compromisso que regem esta modalidade a que se dedicam.
Vale à pena lembrar que tal modalidade agride de forma sutil a alguns grupos, em particular, que se incomodam com sua presença crescente e tentam combater desqualificando este precioso meio de ensino ao qual é dada a oportunidade aos menos favorecidos da sociedade.
Com menos tempo, porém muita dedicação, os alunos da EAD superam suas habilidades e demonstram suas capacidades apoiados pelos grandes mestres que com carinho os acompanha nas tutorias de plena sabedoria e calor humano.
Assim é a EAD, que carinhosamente reconheço como:
EDUCAÇÃO com DEDICAÇÃO e AMOR.
Os cursos semipresenciais do CEDERJ são de alto nível se comparados com certas entidades de presença obrigatória que estão mais preocupadas em obter capital.
As avaliações realmente são uma preocupação cabível neste âmbito devido à distância que muitas vezes não deixa transparecer o interesse de certos alunos ao saberem o grau de seriedade e compromisso que regem esta modalidade a que se dedicam.
Vale à pena lembrar que tal modalidade agride de forma sutil a alguns grupos, em particular, que se incomodam com sua presença crescente e tentam combater desqualificando este precioso meio de ensino ao qual é dada a oportunidade aos menos favorecidos da sociedade.
Com menos tempo, porém muita dedicação, os alunos da EAD superam suas habilidades e demonstram suas capacidades apoiados pelos grandes mestres que com carinho os acompanha nas tutorias de plena sabedoria e calor humano.
Assim é a EAD, que carinhosamente reconheço como:
EDUCAÇÃO com DEDICAÇÃO e AMOR.
Porém, não é pelo motivo da modalidade ser a distância, que não é exigido do aluno, uma postura responsável perante os seus estudos. Muito pelo contrário, é necessário muita disciplina. Assim como, em um curso presencial, o aluno reserva uma quantidade x de horas por semana, para ir até a instituição de ensino e realizar as suas atividades, do mesmo modo, nos cursos a distância, é necessário que o aluno tenha a mesma atitude, com a diferença de que, tendo em vista a característica marcante desta modalidade de ensino, que é favorecer a autonomia do aluno, ele, então, deve procurar ser o gestor da sua aprendizagem.
Muitos alunos ainda não sabem lidar com esta autonomia. E infelizmente, na EaD, muitas vezes não há como você olhar para o aluno e perceber que ele não entendeu determinado conteúdo. É aí que entram as tecnologias e a expertise da Instituição de EaD para orientar e fornecer todos os subsídios necessários para acolher este aluno. O professor ou tutor de EaD tem que ter a postura de facilitador do conhecimento. Tem que se fazer próximo, mesmo a distância, além de colocar a serviço da aprendizagem, os recursos áudio-visuais e as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s). Mais que isso, deve buscar formas de diálogo que construam vínculos com os alunos e, junto com eles, descubram significados de valor para todo o processo de ensino-aprendizagem.
Não importa a modalidade de ensino: presencial ou a distância, a avaliação é como um bem e é parte do processo de aprendizagem. Avaliar permite refletir, replanejar e aprimorar o processo de aprendizagem, em todos os momentos deste processo, mensurando desde a participação dos alunos, crescimento de cada um, até chegar nos resultados. O avaliador deve apreciar os trabalhos realizados, as transformações que aconteceram, não só conhecimentos adquiridos, mas ações de comportamento que ocorreram. Deve valorizar a colaboração, a integração dos alunos, o engajamento, analisar os desafios enfrentados e os erros devem ser encarados como oportunidades de aprimoramento, tanto pelo aluno, quanto pelo professor.
Raquel Nunes
Aluna do Curso de Pedagogia do CEDERJ de Angra dos Reis, tutora a distância e desenhista instrucional de cursos online.
Porém, não é pelo motivo da modalidade ser a distância, que não é exigido do aluno, uma postura responsável perante os seus estudos. Muito pelo contrário, é necessário muita disciplina. Assim como, em um curso presencial, o aluno reserva uma quantidade x de horas por semana, para ir até a instituição de ensino e realizar as suas atividades, do mesmo modo, nos cursos a distância, é necessário que o aluno tenha a mesma atitude, com a diferença de que, tendo em vista a característica marcante desta modalidade de ensino, que é favorecer a autonomia do aluno, ele, então, deve procurar ser o gestor da sua aprendizagem.
Não importa a modalidade de ensino: presencial ou a distância, a avaliação é como um bem e é parte do processo de aprendizagem. Avaliar permite refletir, replanejar e aprimorar o processo de aprendizagem, em todos os momentos deste processo, mensurando desde a participação dos alunos, crescimento de cada um, até chegar nos resultados. O avaliador deve apreciar os trabalhos realizados, as transformações que aconteceram, não só conhecimentos adquiridos, mas ações de comportamento que ocorreram. Deve valorizar a colaboração, a integração dos alunos, o engajamento, analisar os desafios enfrentados e os erros devem ser encarados como oportunidades de aprimoramento, tanto pelo aluno, quanto pelo professor.
Raquel Nunes
Aluna do Curso de Pedagogia do CEDERJ de Angra dos Reis, tutora a distância e desenhista instrucional de cursos online.
Adriena Casini da Silva
Aluna do curso de Lic. em Pedagogia - UERJ do polo CEDERJ de Nova Iguaçu-5º período.(2010.2)
Alguns ano depois, sem fazer um pré-vestibular, cursei uma faculdade presencial (pública federal). Foram cinco longos anos, dez horas por dia dentro da faculdade, lidando com professores que me ensinavam como se estiessem me fazendo favor,porque diziam, em sua maioria, que estar ali era um privilégio. Não havia desejo de democratizar o ensino com o há, na modalidade de ead. E, é isso que me encanta, me realiza, enquanto brasileira, pois, assim, sei que muitos outros cidadãos que merecem aprender, sentirão o mesmo.
Quanto a questão da avaliação, acredito que iremos chegar ao ideal que,para mim, seria não haver mais provas presenciais, visto que, as ads, pelo menos, as do CEDERJ, têm contribuído muito mais para ampliar meu nível de conhecimento.
Abraços. Jô Pinheiro
É claro que existem aqueles que não levam tão à sério ,porém mesmo assim requer desse aluno uma atenção dobrada na hora de estudar,pois como foi falado pelo professor Zacarias, é avaliado de forma contextualizada os conteúdos e matérias, se alunbo não tiver nenhuma noção do que se foi passado ele não vai conseguir atingir os objetivos propostos por aquela disciplina,e assim então,é reprovado.
Entendo que,na minha humilde opinião, estudar a distância requer uma autonomia e dicisplina, e é claro espirito investigativo,habilidades às vezes,que em uma universidade presencial não é estimulada em seus alunos.
Há preconceitos ,há,isso não podemos questionar,mas há muito mais a ser feito do que parar para ouvir e sustentar esses preconceitos.
No que tange às críticas feitas à modalidade à distância, pode-se citar a desconfiança, por parte de professores e alunos da modalidade presencial, quanto a sua eficácia. Entretanto, somente conhecendo essa modalidade na prática é possível criticá-la ou aceitá-la.
Já as avaliações - seja na perspectiva objetivista, seja na pespectiva subjetivista - ocorrem tanto na EAD quanto na presencial. Sendo assim, é fundamental que os educadores "debatem" sobre o real objetivo das avaliações, isto é, se o importante é o produto ou o processo dos alunos.
Nessa entrevista à Folha Dirigida foi observado - até então eu não havia refletido sobre isso - que os professores da modalidade presencial tem uma vantagem na correção das avaliações, eles conhecem fisicamente seus alunos, o que facilita o acompanhamento do aprendizado.
Um dos equivocos por parte dos alunos que escolhem e ingressam em uma faculdade na modalidade à distância é de achar que ele à fará facilmente e que terá mais tempo para outros afazeres. Porém, EAD é para quem tem tempo!!!
A qualidade do curso depende de bons profissionais, boa instalação e "bons alunos".
Levando-se em consideração os argumentos apresentados, entende-se que a EAD, especialemtne o CEDERJ, possibilita a formação de muitas pessoas que até então não tinham condições de fazer um curso superior. Ao contrário do que muitos pensam, a educação à distância é responsável e bem planejada e, além disso, desenvolve a autonomia, a criticidade e a reflexão dos alunos.
A EAD vem crescendo muito e isto é muito bom, pois dá oportunidade a muitas pessoas de se graduarem. Acredito que deva ter um maior controle sim, pois muitos cursos são realizados de maneira precária, principalmente os da rede particular, e isso é ruim para a imagem dos cursos a distância, mas isso não acontece somente nesta modalidade de ensino, alguns cursos presenciais também são péssimos, o que precisa é de uma fiscalização mais rigorosa pelo MEC.
Sou formada em Pedagogia das Séries Iniciais pelo sistema CEDERJ e não me arrependo. Achei o curso muito mais rigoroso do que os cursos presenciais particulares na cidade onde moro, a UERJ "cobra" muito mais de nós, acredito que seja pelos motivos que o sr. descreveu na entrevista, os professores não nos veem e precisam nos avaliar, mas isso foi bom para mim, pois antes mesmo de terminar meu curso, passei em um concurso público e ocupei uma das primeiras vagas. Somente uma coisa me deixou entristecida, pois nós alunos do Cederj só tinhamos a escolha da Pedagogia das Séries Iniciais e mesmo sendo mais capacitados, ficamos limitados as Séries Iniciais, este foi o motivo de ter feito novamente o vestibular e reingressado neste curso.
Espero também cursar uma Pós graduação nesta modalidade, que para mim, não perde para os cursos presenciais, aliás, só ganha, pois o aluno desenvolve sua autonomia e constroi seu proprio conhecimento. Engano dos que pensam que é fácil, pois não é, o aluno precisa "fazer" o seu horário de estudos, mas não é impossivel, e é muito gratificante ver o próprio crescimento.
Um grande abraço.
Marcia Rosane Martins.
Mais uma vez estou aqui, é porque esqueci de me identificar, meu nome è Marcia Rosane de Sá Martins, sou aluna de CEDERJ, minha matricula é 10112080226, estou inscrita na disciplina Avaliação da Aprendizagem.
Obrigada.
Alline da Rocha Machado
Como aluna da EAD CEDERJ, pólo Marcanã vejo este local sendo um exemplo positivo desta modalidade de ensino, pois encontra-se dentro de uma Universidade e quando vamos ao pólo temos contato com ambiente universitário e temos acesso a alguns eventos acadêmicos.
Quanto a avaliação nos cursos do CEDERJ as considero satisfatória, pois em sua maioria as questões quanto a distância ou presencial requer que o estudante tenha domínio do assunto para dissrtar sobre o assunto. Pois as questões são discurssivas.Marcia Vieira da Silva matrícula 20082208289 Pólo Maracanã.
A descentralização (interiorização) do ensino superior garante mais cidadania aos jovens e adultos, pois estes tem a oportunidade de frequentar a universidade, mesmo que à distância, sem a necessidade da pendulação ou mesmo a mudança para os grandes centros.
Cabe ainda investirmos fortemente na capacitação de tutores para esta modalidade, assim como fomentar a criação de projetos que garantam o acesso dos cidadãos à internet de banda larga, pois isto, conforme a entrevista, pode contribuir para a redução da evasão.
Os pólos também devem ser fiscalizados, pois a qualidade da educação não pode se basear apenas nos tutores, no material didático e nas avaliações. Há de se criar condições de estudo como bibliotecas com número determinado de exemplares, com assinaturas de periódicos; laboratórios de infrmática com acesso a internet de banda larga, com computadores em bom estado e sogtwares modernos. Salas de estudos devem ser oderecidas, com mesas e cadeiras, além de ambiente silencioso e agradável para estudo. Se possível, pode-se criar salas de estudos individuais onde possam se reunir grupos de debates sem atrapalhar os demais alunos que estudam. Auditório, pinacoteca, e secretaria bem organizada podem fazer a diferença e auxiliar o aluno a se adaptar à esta modalidade de ensino.
Por fim, com todo este trabalho, devemos derrubar o muro do preconceito que há frente à EAd.
Sou uma em muitas alunas do CEDERJ que aderiu a esta modalidade estando, a cada semestre mais satisfeita e realizada por esta escolha.
O material do curso é de grande qualidade, porém considero que as avaliação de algumas disciplinas previlegiam excessivamente o ato de medir, não com o objetivo de classificar, mas com o propósito de verificar se os conceitos foram “decorados”, não desenvolvendo o propósito primeiro do ensino que é a reciclagem ou até mesmo a aquisição de novos conhecimentos de forma ativa e participativa.
Com o curso do EAD me sinto, a cada semestre mais preparada e motivada a ingressar nesta nova carreira que escolhi e tenho certeza que serei uma pedagoga bem preparada para ajudar meus alunos.
leticia mendes monteiro de barros
curso de pedagogia - maracanã
20091208032
A EAD passa por um crescimento vertiginoso o que evidencia que esta é mais uma opção de ensino principalmente para o aluno que não dispõe de tempo para frequentar aulas presenciais, devido aos compromissos profissionais.
Na ebtrevista podemos observar que o foco da atenção dos profissionais de ensino deve estar direcionado para a avaliação com vistas a qualidade da aprendizagem. Mas também não se deve esquecer o conteúdo e os recursos disponíveis na transmissão destes mesmos conteúdos para os alunos.
Existem problemas que são o reflexo da modalidade presencial. Deve-se tormar as devidas precauções para que sejam detetadas e eliminadas. A vantagem reside que tudo que é feito na EAD fica registrado. Outro fato que tem provocado equívocos é a facilidade da aprovação do aluno a qualquer modo no ingresso do curso. Mas não sabe este aluno que a EAD vai provocar demandas, leia-se, horas de estudo, pesquisa, trabalhos acadêmicos, avaliações sejam a distância ou presenciais.
A outra ponta, focaliza-se no ambiente em que se dá o suporte presencial ao aluno. No caso do CEDERJ observamos uma ambiência
acadêmica, onde alguns pólos de apoio presencial, estão instalados em um campus universitário. Com todos os recursos disponíveis da universidade consorciada, propiciando ao aluno um ensino de qualidade enriquecendo o currículo, e permitindo que este aluno não precise se deslocar da cidade de seu domicílio.
Saudações !
Meu nome é Sergio Soares, sou aluno do CEDERJ Petrópolis, no curso de Licenciatura em Pedagogia,e em atendimento a disciplina Avaliação da Aprendizagem visitei o seu SITE.
Gostei muito da reportagem dada ao jornal Folha Dirigida sobre a Educação a Distância, e de todo o SITE também.Parabens pelo excelente trabalho !
Para mim em particular tem sido uma grande oportunidade de estudar através de EAD...
Jane minha esposa e eu,Sergio, voltamos para o Brasil em 2006, e depois de muito me preparar consegui ser aprovado em 2008 no CEDERJ.Jane cursa Tecnologia em Gestão de Turismo, no CEFET ( contemplada com uma bolsa Federal ) e também está na reta final de Pedagogia, na faculdade Estácio de Sá ( só não terminou ainda porque falta o dinheiro ... ).Nosso filhino Kevin Christian já está no segundo ano do Ensino Fundamental, ele tem 8 anos de idade...
Considero a Educação a Distância uma revolução, uma alternativa realmente muito eficaz e moderna de Educação.
Felizmente as coisas mudaram, e não precisamos passar por toda a luta que minhas conhecidas passavam tendo que mensalmente irem em outro país buscar as fitas de vídeo para poderem estudar !
Depois de doarmos 10 anos de nossas vidas ( 1996 -2006 ) como missionários Cristãos na África, nos sentimos realizados de ajudarmos aos mais pobres, termos feito caridade, evangelizado. Mas, como AfroBrasileiros humildes, sem recursos para custearmos nossos estudos, oramos ao Senhor que nos socorresse e nos colocasse novamente no mercado de trabalho. Como fazê-lo tendo apenas um Seminário Livre e o Ensino Médio ?
Creio que Deus ouviu nosso clamor por socorro, e nossos irmãos da Igreja foram legais conosco em nos deslocarem para uma Paróquia aqui perto de casa onde continuamos sendo missionários e trabalhamos, e ainda temos tempo de estudar : Quando minha esposa Jane vai para suas Faculdades Presenciais, eu fico em casa estudando no computador e cuidando da casa e do Kevin. Quando eu vou para as Tutorias do CEDERJ ( principalmente as de sábado ), Jane assume as atividades domésticas. Ou seja, se não fosse o Milagre da EAD e do CEDERJ, eu não teria nem recursos financeiros, nem tempo de frequentar uma Faculdade Presencial.
Estudar hoje é nosso estilo de vida, e profissionalmente queremos crescer também até ao infinito. Kevin costuma dizer que quando crescer será Pastor, Fazendeiro, Médico e Presidente da República, eu respondo-lhe que Deus tem muito mais pra ele do que apenas isto, basta que ele estude e se esforce !
Jane, que antes era funcionária da antiga FESP ( Fundação Escola de Serviços Públicos ) em Botafogo - RJ, está animada para ser aprovada em algum concurso público Federal.Eu eu a animo,para que ela se dedique bastante e seja uma vencedora também !
Ela também me anima muito, e é minha tutora em casa quando tenho alguma dificuldade com as matérias... Costumo brincar com ela que meus alvos e Slogam é : " Pastor - Pedagogo. Missionário - Empresário."
Sei que os professores ganham pouco, e que o Magistério enfrenta muitas dificuldades. Mas, queremos superar todas as barreiras e darmos nossa contribuição para melhorar o mundo. E, nada melhor que como um professor ( a ), em sala de aula, não apenas ensinarmos conteúdos, mas impactarmos esta nova geração com nosso exemplo e dedicação.
Portanto, agarro com unha e dentes esta oportunidade de estudar a distância, e agradeço ao senhor, professor Zacarias, e a todos que fazem este milagre digital ser uma realidade em nossas vidas !
Um forte abraço,
Sergio Soares
20082208322
Lic. Pedagogia
Petrópolis - RJ
sergiosped@yahoo.com.br
Meu nome é Sergio Soares, sou aluno do CEDERJ em Petrópolis,Lic. Pedagogia, e gostei muito de sua entrevista, e do seu SITE. Parabéns !
Considero também a Educação a Distância de grande relevância nos dias atuais.
Sergio Soares
Construir uma nova visão do ensino superior é sem dúvida pensar nas ferramntas de informação que nos são apresentadas e, a internete tem apresentado um papel importante para o crescimento de jovens e edultos que desejam obter seu espaço na sociedade.
Aline Francisconi Tertuliano Fontes, aluna do curso de Pedagogia da UERJ pelo pólo do CEDERJ, em São Pedro da Aldeia.
Contudo, apesar da constante evolução da EAD, esta ainda sofre muito preconceito, pois muitas pessoas (sobretudo aquelas que criticam sem conhecê-la) acham que é mais fácil estudar à distância e que o ensino é menos qualificado que o presencial, ou seja, elas acreditam que a EAD não teria condições de levar o aluno a atingir plenamente o objetivo de aquisição de conhecimento.
Adrihelle Teixeira Ventura: Aluna do Cederj Pólo Paracambi
Sou discente do curso de Licenciatura em Pedagogia e estou no 5º período. Penso que é incontestável a importância da EAD para a formação e capacitação do povo aqui no Brasil, que desde o tempo da colonização a educação foi restrita apenas a classe mais favorecida econômica e socialmente. Sim alguns ajustes são necessários, porque alguns pensam em EAD como um atalho para obter um diploma. Mas aqueles que realmente buscam uma formação de qualidade, se esforçam, desdobrando-se entre a geração de recursos para manter-se, vida familiar, social e a busca de aperfeiçoamento de seus conhecimentos. Necessário é a exigência por parte das instituições em relação a dedicação e disciplina dos discentes, e isso inclui as avaliações. Claro que estas não devem ser mecanizadas, mas devem identificar, o melhor possível, o nível de apreensão da disciplina por parte dos discentes.
gerando muitas oportunidades para nós trabalhadores que não podemos frequentar uma Presencial.
Viviane Paula
Polo de Angra dos Reis
CEDERJ
No que se refere à entrevista, concordo com o professor Zacarias Gama, quando responde que o aluno está equivocado ao pensar que na modalidade EAD, tudo será mais fácil, pois ele não tem noção das demandas que a EAD vai gerar.
A facilidade está na flexibilidade de horário, no não deslocamento diário e as ferramentas disponíveis na plataforma. Fora isso, a EAD requer do aluno um comprometimento , em que ele deverá cumprir o cronograma das atividades, capacitando-se para obter resultados positivos nas avaliações presenciais.
No que se refere à entrevista, concordo com o professor Zacarias Gama, quando responde que o aluno está equivocado ao pensar que na modalidade EAD, tudo será mais fácil, pois ele não tem noção das demandas que a EAD vai gerar.
A facilidade está na flexibilidade de horário, no não deslocamento diário e as ferramentas disponíveis na plataforma. Fora isso, a EAD requer do aluno um comprometimento , em que ele deverá cumprir o cronograma das atividades, capacitando-se para obter resultados positivos nas avaliações presenciais.
No que se refere à entrevista, concordo com o professor Zacarias Gama, quando responde que o aluno está equivocado ao pensar que na modalidade EAD, tudo será mais fácil, pois ele não tem noção das demandas que a EAD vai gerar.
A facilidade está na flexibilidade de horário, no não deslocamento diário e as ferramentas disponíveis na plataforma. Fora isso, a EAD requer do aluno um comprometimento , em que ele deverá cumprir o cronograma das atividades, capacitando-se para obter resultados positivos nas avaliações presenciais.
Aluisio Pires Plácido Mat:20051203003
Pólo Cederj São Pedro da Aldeia
5º período - Pedagogia (Séries Iniciais)
Vejo que a modalidade EaD vem crescendo e se especializando a cada dia. É uma pena que nem todas as disciplinas - na verdade, a minoria absoluta dessas disciplinas - tenham essa clareza da importância da metodologia e dos instrumentos utilizados para a avaliação dos estudantes de graduação.
Há ainda um longo caminho a percorrer, mas fico feliz e esperançosa quando me deparo com o conteúdo de algumas disciplinas como a que o senhor coordena e com a forma como são elaborados alguns instrumentos de avaliação como esse que completo nesse instante.
Abraços,
Márcia Helena Esteves de Sá Nogueira
Polo: Maracanã
Matrícula:20082208015
Esta visão do professor Zacarias, nos faz ver que a distância só aproxima o universo acadêmico do cidadão que deseja obter uma formação profissional, de nível superior.
O ensino via web e, livro didáticos cedidos pela faculdade a distância, permite ao aluno um maior comprometimento com seu futuro, pois é ele quem faz seus horários e, determina como estudar.
Logo o ensino da EAD, esta muito longe de ser distante.
Aline Francisconi Tertuliano Fontes; 20082208290; São Pedro da Aldeia; curso de Pedagogia.
As avaliações são muito extensas, que poderia ser revisto.
Neide Valente Moraes
CEDERJ Angra dos Reis
Mat. 20082208217
Concordo com o professor Zacarias Gama referindo-se que tal proposta apresenta critérios semelhantes aos dos cursos presenciais,porém,exige do aluno maior perseverança, autonomia e comprometimento na realização das atividades propostas.
Como aluna do CEDERJ, ressalto que estou obtendo uma educação de excelência, principalmente no que diz respeito à aquisição de conhecimento.
A EAD se proliferou muito nos últimos anos, devido realmente promover a formação das pessoas distantes das Universidades. Além de atender a finalidade da Educação segundo a LDB, aplicando a igualdade de direitos, liberdade, gratuidade e qualidade do ensino público.
Hoje esse modelo tornou-se uma opção de modalidade de ensino com grande qualidade, onde forma cidadãos autônomos, éticos, responsáveis, organizados, críticos, solidários, ativos, interessados, “tecnológicos”, criativos e estudiosos. Estudiosos porque os alunos da EAD estudam muito, ao contrário do que muitas pessoas preconceituosas acreditam, eles não estudam somente seus módulos, mas ampliam suas pesquisas com outros livros, artigos, e teses. Os materiais promovem sempre o dialogo, a orientação, a motivação, a ampliação do conhecer e a auto-avaliação da aprendizagem. As avaliações são realizadas com compromisso, responsabilidade e cuidado. Cuidado ao serem definidas, testadas, aplicadas, corrigidas e comunicadas (seu resultado). Requer sempre que o aluno pense, reflita e questione-se.
A EAD possui regras, leis e cronogramas que devem ser seguidos por todos, alunos, tutores presenciais e à distancia, professores e coordenadores.
Observa-se assim que para se implantar uma modalidade como essa se precisa de uma boa estrutura administrativa, pedagógica e física.
Esta é uma modalidade que surgiu para ficar e progredir, nos diversos níveis sociais. É uma Educação aberta que medeia o ensino aprendizagem
Priscila Andrade
Pólo Nova Iguaçu
Gostaria de manter nosso contato e quem sabe receber até a sua visita em nosso polo. Um grante abraço e muito obrigado!
Antonio Silva de Araujo.
e-mail: antonio_uerj18@yahoo.com.br
Pólo de São Pedro da Aldeia.
Sou aluna do Consórcio Cederj, faço um curso semi presencial e percebo a preocupação dos tutores na elaboração das avaliações, pois são utilizadas diversas formas de avaliação. Temos provas dissertativas discursivas em que o aluno tem a possibilidade de demonstrar o domínio sobre um determinado assunto, temos também seminários, projetos colaborativos, relatórios, fóruns, etc.
É muito prazeroso estudar numa instituição séria, preocupada com a qualificação de seus alunos, com tutores capacitados e empenhados em vencer a distância física entre educador e educando.
Míriam P. Romeiro
Polo Maracanã
Matrícula 20082208030
Andreia Sobral.
Pólo Maracanã (UERJ)
A EAD a priori vincula-se a perspectiva inclusiva, de agrupar pessoas que não podem ou não puderam ou até mesmo não querem ter acesso (por vários motivos) a uma educação presencial. E dentre suas competências destacamos: a questão da valorização da auto-estima do aluno (aluno não precisa sentir-se inferior aos demais, já que agora conta com o acesso ao nível superior); seleção crítica (é preciso capacidade de análise crítica das fontes de informação); interpretação e síntese (alunos precisam ser capazes de dominar estas competências de modo efetivo e significativo); correlação e assimilação (alunos precisam eliminar fronteiras do conhecimento humano e de concatenar conhecimentos provenientes de áreas distintas do saber); cooperação mútua (é quase que impossível num curso, ainda que de EAD, o aluno não se relacionar e trocar informações seja com outros alunos, seja com tutores); e aprendizagem permanente (o aluno desenvolve a capacidade de “aprender sozinho” e de estar constantemente atualizado).
Evidente que sempre precisaremos atentar para a qualidade dos conteúdos que são oferecidos, para a forma como o próprio curso e como os alunos são avaliados e para a qualidade dos profissionais envolvidos. Não adianta ter uma política pública de oferecimento destes cursos, em detrimento da qualidade dos mesmos e sem termos um mercado que de fato vai absorver esta mão de obra especializada que foi formada durante 4/ 5 anos.
E ainda precisamos atentar para o fato de que as TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação) ainda não são instrumentos dominados por todos, tanto quanto a própria WEB no Brasil ainda carece de uma boa velocidade nos diversos tipos de conexão existentes cabo de TV, linha telefônica, telefonia 3G, rádio,satélite, fibra óptica; WiMax e fio elétrico). Fora o alto custo e a existência de lugares com ainda muita dificuldade de acesso a WEB.
Daniele Muniz B.
Pólo Angra dos Reis.
Disciplina: Avaliação da Aprendizagem.
Semestre 1/ 2010.