No Chile o movimento estudantil se impõe ao governo, após três meses de manifestações nas ruas de Santiago e de muitas outras cidades. Os estudantes exigem melhorias na educação, mas sobretudo o fim da mercantilização da educação como pretende a OMC. Eles, entretanto, não querem apenas o fim do lucro, querem muito mais. Uma revolução na educação do país, incluindo a sua desmunicipalização e o financiamento compartilhado.
O corajoso e decidido movimento estudantil chileno é também uma flechada certeira no coração do neoliberalismo.
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