Na edição da Folha Dirigida que chegou às bancas na 5ª. Feira, 14 de abril, na Coluna Sem Censura, publiquei o artigo “Assistentes de Alunos nas escolas, por que não?” . Nele defendi a volta às escolas públicas dos inspetores ou assistentes de alunos como importantes intermediários entre os professores e estudantes, sobretudo em momentos de tensões. Onde eles ainda existem, têm funções relevantes. Quando coordenei duas séries do ensino médio do Colégio São Vicente de Paulo, um grande colégio de ensino básico do Cosme Velho-RJ, durante exatos onze anos, tive a correta dimensão da importância deles. Eram considerados como imprescindíveis educadores nos recreios, pátios, quadras e corredores. Os estudantes os tinham como referências educativas mais imediatas, com autoridade para apaziguar e aconselhar, sem serem punitivos. A Coordenação de Disciplina – na pessoa do nosso querido Guimarães – é quem estava investida da autoridade de estabelecer punições. Mas, mesmo com a autoridade punitiva...