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Mostrando postagens de novembro, 2011

Professores estão excluídos do debate público sobre política educacional

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Professores estão excluídos do debate público sobre política educacional, segundo pesquisa - O Globo http://oglobo.globo.com/educacao/mat/201... SÃO PAULO - Os professores estão fora do debate público sobre a educação e suas vozes não estão presentes nas coberturas jornalística da América Latina, segundo pesquisa do Observatório da Educação feita em 18 jornais do continente. 1 de 1 Escolha uma miniatura Nenhuma miniatura

O deus mercado e a privatização da educação brasileira

 A crença e a adoração da maioria dos economistas e dos responsáveis pela elaboração das políticas públicas no deus mercado, segundo as quais ele seria o grande regulador das transações financeiras, estão dando com os burros n’água depois de permitir que os grandes grupos financeiros e os grandes bancos de investimentos fincassem os seus tentáculos sobre a economia mundial. A crise estrutural do capital em bases neoliberais está em curso com mais visibilidade desde 2008 e vem se agravando, tal qual um tsunami que ameaça a vida planetária e fixa no horizonte dos cidadãos comuns e das sociedades o desemprego, a precariedade, a desigualdade e a perda da soberania popular. Já se fala até num precariado mundial. A crise, em sua essência, não deriva de incapacidade político-administrativa nacional mas do esgotamento da rentabilidade máxima das aplicações financeiras que mercadorizou a produção de bens e serviços de base, a educação, saúde, cultura, recursos naturais e o conjunto do...

COISAS DA EDUCAÇÃO - Educação Pública: O ovo da serpente

COISAS DA EDUCAÇÃO - Educação Pública: O ovo da serpente : As crises do capitalismo são sempre profundamente problemáticas. Além de empobrecer populações e excluir grande parte do acesso aos bens...

O ovo da serpente

As crises do capitalismo são sempre profundamente problemáticas. Além de empobrecer populações e excluir grande parte do acesso aos bens socialmente produzidos, elas geram medos e fortes guinadas à direita, ou melhor, a busca de alternativas e soluções fascistas. Foi assim no período de reconversão da economia de guerra pós-1918. A atual incapacidade dos governos europeus de dar respostas eficientes às demandas da sociedade constitui o ovo da serpente nazifascista. A partir do rompimento da casca de semelhante ovo no período entreguerras é que surgiram Hitler, Mussolini, Salazar e Franco atentos ao que os seus povos queriam ouvir a cerca das questões sociais, econômicas, políticas ou culturais. A guinada à direita que hoje se assiste na União Europeia, produzida pela crise de realização do capital na zona do euro, acrescida das questões relativas à imigração e pluralismo cultural, é um grande motivo de preocupação tanto para os setores mais progressistas da região, quanto para to...

Indignados, pães e brioches

A crise estrutural do capitalismo está trazendo à cena novos sujeitos políticos que vêm ocupando as ruas dos países da zona do euro, dos Estados Unidos e do Chile. Todos estão indignados com a sensação de padecer de uma crise que é financeira, econômica e social e que o aspecto social é o menos considerado pelas autoridades governamentais ainda que seja essencialmente a chave para a saída da crise. Ao mesmo tempo esses novos sujeitos expressam seu desdém à política oficial convertida em profissão e exigem mais política, isto é, mais democracia, com a efetiva participação cidadã nos destinos dos seus estados nacionais. O capital-imperialismo subsumiu os estados nacionais retirando de suas populações o direito de traçar os seus destinos nas suas arenas políticas. As regulações supranacionais consensuadas nas grandes mesas de negociações das conferências intergovernamentais manietaram as políticas nacionais, transformaram os chefes de governo e de estado em simples executivos das de...