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Mostrando postagens de junho, 2009

Livro didático com figuras impróprias

Em matéria publicada no Globo Online, de 10/06/2009, "Em nota, a secretaria esclarece que os livros didáticos utilizados na rede de ensino do Rio são escolhidos pelo próprio professor, a partir de uma lista elaborada, avaliada e determinada pelo MEC, dentro do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Todos os estados e municípios recebem livros didáticos a partir do mesmo sistema, com exceção do Estado de São Paulo. - É inaceitável que falhas como essa ocorram. Consideramos esse tipo de imagem inadequada para alunos do 4º Ano e já estamos recolhendo os exemplares desse livro. Precisamos proteger os alunos e todo cuidado é pouco - afirmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin, ressaltando ainda que os pais podem devolver o livro às escolas". Em defesa dos meus colegas devo destacar a rede de irresponsabilidade existente, atenuando-lhes a responsabilidade que a Sra. Claudia Costin lhes atribui. Comecemos: o primeiro responsável é o MEC e os responsáveis pelo PN...

Para Unicef mais da metade dos jovens não conclui ensino médio no Rio

Notícia veiculada por o Globo.com (10/06/2009) diz que em Relatório do Unicef o Rio de Janeiro tem número de concluinte do ensino médio menor do que a média do Nordeste. O sistema de ensino estadual, compreendendo escolas federais, estaduais e particulares, atende a 272.368 jovens; destes somente 44.5% terminam os três anos do ensino médio, ou seja o equivalente a 121.203 jovens. É preciso ampliar o orçamento da Educação, ter os melhores professores nas áreas mais complicadas e oferecer educação integral às crianças que vivem em áreas de violência. É preciso buscar, proteger ao máximo as escolas, enfim, cuidar bem dessas crianças”, sugeriu Jacques Stein. O Relatório do Unicef tem razão de reivindicar maior orçamento para a Educação, bem como melhores professores e educação integral. Todavia, precisa ainda, revindicar senão o fim pelo menos a diminuição das escolas noturnas de ensino médio que funcionam precariamente em prédios e salas alugados às prefeituras e instituições privadas.

Lá como aqui

A edição eletrônica do jornal francês Le Figaro do dia 07 de junho de 2009, traz a seguinte matéria da jornalista Marie-Estelle Pech, datada do dia 18/05/2009, com a seguinte chamada: O alarmante aparecimento de armas nas escolas A circulação de armas nas escolas está sendo banalizada na França? Desde o início do ano, vários casos têm chegado às manchetes. Em janeiro, um professor de um colégio de Mayenne foi ferido com uma faca por um aluno de 18 anos. Dez dias depois, em um colégio privado de Moselle, uma estudante de 12 anos cortou a bochecha de seu professor com uma tesoura. Em março, o diretor de uma escola privada em Bas-Rhin foi agredido a faca. E na sexta-feira passada, um aluno de 13 anos feriu seu professor com uma faca de cozinha nas proximidades de Toulouse. E depois dizem que isto é coisa de gente subdesenvolvida.

The Economist.com faz análise da educação brasileira: Pobres escolas do Brasil

Na edição de The Economist.com, do dia 06 de junho de 2009, reconhece-se que Deus é brasileiro, mas que Ele não intervem para melhorar nosso sistema educacional. Reconhece-se também que, apesar de uma economia em crescimento depois de décadas de estagnação, em termos educacionais estamos ainda muito longe de outros países em desenvolvimento e que 45% dos chefes de família pobres têm menos de um ano de escolaridade. Em São Paulo, Diadema, seu jornalista encontrou uma escola com 2.000 alunos funcionando em três turnos e, para espanto dos leitores, ele responsabiliza o fracasso desta escola apontando o absenteísmo dos professores, a má vontade do Sindicato de aceitar bonus por produtividade, e os enormes gastos com a educação superior (onde são feitas as grandes pesquisas brasileiras). Em destaque, vejamos a seguir o que The Economist.com nos diz: "O Brasil padece de absentismo docente. Os professores desfrutam de um "direito" de cinco dias de ausência em um ano sem qualq...